
As informações veiculadas na mídia, únicas a que tenho acesso, parecem-me infundadas, uma vez que, logo na primeira reportagem, em 2009, protocolei pedido de investigação na Corregedoria da Câmara, abrindo mão do sigilo dos arquivos físicos e documentos eletrônicos relativos ao caso.
Meu requerimento deu ensejo a procedimento interno que detectou a existência de um esquema envolvendo servidores lotados em vários gabinetes e funcionários de uma companhia aérea, que, a propósito, confessaram a falsificação de papéis e de assinaturas, inclusive da minha.
O relatório final das investigações é categórico no sentido de que eu, SANDRA MARIA DA ESCÓSSIA ROSADO, nunca autorizei a emissão de passagens aéreas fora das normas então vigentes e que os bilhetes retirados para pessoas estranhas à atividade parlamentar, com sobras da cota, o foram mediante fraude praticada por terceiros.
Diante disso, estou absolutamente tranquila de que, existindo de fato a denúncia noticiada pelo Congresso em Foco, essa será sumariamente rejeitada pela Justiça, ante as provas de minha inocência.
Mossoró-RN, 3 de novembro de 2016.
Sandra Rosado (PSB).
