Saiba como a alimentação auxilia no combate ao coronavírus

 

Desde a chegada do novo coronavírus ao Brasil, além dos cuidados com a higiene, a preocupação das pessoas se voltou também à alimentação. Se estar com o sistema imunológico em bom funcionamento não impede a contaminação, isto não significa que mudanças na rotina alimentar não ajudem na amenização dos efeitos do vírus.

Nutricionista e professora da FSP-USP (Faculdade de Saúde Pública da Universidade de São Paulo), Vivane Laudelino Vieira afirma que um organismo saudável não impede o contágio, mas recebe impactos menores de uma doença como o Covid-19, a partir de uma eventual contaminação. “É importante que a alimentação saudável seja um hábito, algo que precisa ser duradouro”, assegura.

Para quem procura por soluções para melhorar a saúde e a alimentação, Viviane diz que, “antes de pensar em alimentos milagrosos, pense em uma combinação de alimentos variados e distribuídos ao longo do dia. Incorpore em casa”.

Entre as dicas, ela aponta uma alimentação pouco processada, moderando em ingredientes como sal, açúcar e gordura, e rica em hortaliças, frutas, raízes e tubérculos, sem exageros de carnes vermelhas, com sementes e oleaginosas.

Alexandre Naime, infectologista e professor da Unesp (Universidade Estadual Paulista), endossa a fala da nutricionista ao comentar sobre os riscos maiores àqueles que não possuem boa rotina alimentar.

“Precisamos ter a saúde em dia. Pessoas com baixa massa muscular ou sobrepeso têm maior risco de contrair infecções, e também prognóstico quando contraem essas doenças. Por isso, é importante um equilíbrio nutricional, na parte proteica, de carboidrato e de gordura”, pontua. Segundo relatórios recentes da FAO (Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura), cinco milhões de brasileiros estão subnutridos, mais de metade da população do país está com sobrepeso e uma a cada cinco pessoas está obesa.

Aos interessados em uma dieta mais equlibrada, Alexandre e Viviane recomendam a procura por um nutricionista. Após a chegada do novo coronavírus, o CFN (Conselho Federal de Nutricionistas) autorizou os atendimentos não presenciais por conta do cenário de isolamento social. A decisão, publicada no último dia 18, vale até 31 de agosto.

“Uma consulta pode auxiliar nas dúvidas, contribuir para um melhor planejamento alimentar e avaliar possíveis situações de risco nutricional”, diz Viviane.

R 7

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