A governadora Rosalba Ciarlini irá visitar na tarde desta terça-feira (01), às 16h30, o Porto de Natal, que recebeu ontem o navio Beluga Finess, procedente da Alemanha. Ele é responsável pelo transporte de pás eólicas destinadas à construção de um parque eólico em Parazinho-RN. O secretário de Estado do Desenvolvimento Econômico, Benito Gama, acompanhará a governadora.
O navio chegou carregado de 412 volumes, pesando 1.000 toneladas, destinados à montagem de aerogeradores. Entre os equipamentos estão 16 pás, cada uma medindo 42 metros, e que serão responsáveis por movimentar os motores das torres eólicas. Essa é a primeira vez que o Porto de Natal recebe este tipo de equipamento, antes transportado pelo Porto de Suape, em Pernambuco.
1 comentário em "Rosalba Ciarlini acompanha chegada de equipamentos de usinas eólicas"
Carlos Dantas
02/03/2011 às 11:22
Xerife, fico feliz ao ver a implementação da produção de energia de pouco impacto ambiental, só não entendo o por que de a União, por meio do INCRA/RN, estar indo de encontro com tais iniciativas, vejamos, enquanto se descobre o potencial eólico da região da costa branca do Estado e se tenta produzir energia limpa e renovável, o INCRA continua a desapropriar áreas naquela região para assentar famílias, o que mais intriga é o fato de a terra ser muito árida, a pior do Estado do Rio Grande do Norte, assim o INCRA termina criando FAVELAS RURAIS como vem acontecendo a décadas, quando deveria estar desapropriando áreas melhores para o cultivo e deixando a costa branca para a produção de energia, geração de emprego e renda.
Xerife, fico feliz ao ver a implementação da produção de energia de pouco impacto ambiental, só não entendo o por que de a União, por meio do INCRA/RN, estar indo de encontro com tais iniciativas, vejamos, enquanto se descobre o potencial eólico da região da costa branca do Estado e se tenta produzir energia limpa e renovável, o INCRA continua a desapropriar áreas naquela região para assentar famílias, o que mais intriga é o fato de a terra ser muito árida, a pior do Estado do Rio Grande do Norte, assim o INCRA termina criando FAVELAS RURAIS como vem acontecendo a décadas, quando deveria estar desapropriando áreas melhores para o cultivo e deixando a costa branca para a produção de energia, geração de emprego e renda.