
No Senado, a votação que flexibilizou a Lei da Ficha Limpa expôs diferenças entre dois senadores potiguares que, embora atuem como aliados no RN, mostraram posições opostas em Brasília. Rogério Marinho (PL), líder da ala bolsonarista no estado, votou a favor da proposta, enquanto Styvenson Valentim (PSDB) foi contra.
A terceira representante do Rio Grande do Norte, Zenaide Maia (PSD), não participou da sessão.
Aprovado por 50 votos a 24, o projeto reduz o tempo de inelegibilidade de políticos condenados ou cassados. Se antes o prazo de oito anos passava a contar apenas após o trânsito em julgado, agora valerá a partir da diplomação. Além disso, o tempo máximo de inelegibilidade foi limitado a 12 anos.
Nos bastidores, a diferença de posição entre Rogério e Styvenson chamou a atenção. Apesar de dividirem trincheiras na oposição ao PT no plano estadual, a votação mostrou que nem sempre os aliados locais falam a mesma língua em Brasília.



Tá tudo errado….
Ficha suja, não se limpa!