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Risco de saída de Temer faz Cunha acelerar delação

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A possibilidade de Michel Temer ser afastado da Presidência da República também pesou para que Eduardo Cunha decidisse acelerar a negociação para fazer colaboração premiada. Delatar supostos crimes do presidente e de seus ministros teria hoje valor muito maior do que depois de uma eventual saída deles do governo.

Caso seja fechado nos próximos dias, o acordo de delação de Cunha terá sido feito em tempo praticamente recorde. Até meados de junho ele ainda não tinha contratado um advogado específico para tocar a negociação. O ex-ministro Antonio Palocci, por exemplo, fez isso em abril e até esta quinta (6) não tinha formalizado acordo com a Operação Lava Jato.

1 comentário em "Risco de saída de Temer faz Cunha acelerar delação"

    léo pessoa
    07/07/2017 às 12:56

    Do jeito que as coisas estão sendo levadas, CADA UM PUXANDO PARA SEU LADO, O BRASIL vai se afundando e a população totalmente perdida. Nessa confusão total a economia, realmente vai afundar o nosso País. Finalmente, quem está mandando no Brasil?… Vergonha nacional. Daqui a pouco quem não devia, poderá assumir o governo. Aí a vaca vai pro brejo… Muito cuidado.

    805840

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