
Segundo o processo, o sentenciado, então prefeito do Município de Rio do Fogo/RN, teria participado do desvio de parte dos recursos de um convênio celebrado com o Ministério da Integração Nacional cuja finalidade era a construção de casas populares, além de ter, também, simulado um processo licitatório e falsificado documentos públicos e particulares para fins de prestação de contas junto aos órgãos competentes.
Após passar por exame de corpo de delito no ITEP, o preso foi reconduzido para a Superintendência da PF, onde permanece custodiado, à disposição da Justiça.
VT



Duro na queda é Popó, acusado em vários processos, foi condenado em alguns, mas cadeia, nem perto passou. Será que tem as costas largas? Só uma pergunta.