
“Não afasto a possibilidade que José Dirceu tenha, de fato, participado desses eventos, não descarto que foi até mentor da trama criminosa, mas o fato é que isso não encontra ressonância na prova dos autos”, disse Lewandowski. O ministro abriu a trigésima segunda sessão de julgamento da ação penal nesta quinta-feira (4) com o voto sobre Dirceu. Ontem (3), ele votou sobre os outros nove réus dessa etapa, condenando cinco e absolvendo quatro do crime de corrupção ativa.
Lewandowski criticou o trabalho do Ministério Público Federal (MPF), dizendo que a acusação partiu de “ilações e conjecturas” e não individualizou os crimes imputados a Dirceu. “O que tem são testemunhos, muito colhidos em CPI [comissão parlamentar de inquérito], alguns na Polícia Federal, muitos deles, senão a maioria, desmentidos cabalmente diante de um magistrado togado”.




Condenar sem provas é uma agressão a Democracia. O STF está dexando ser influenciado pela Midia, vale tudo pra aparecer! É o Big brother do STF…Acorda Brasil!!!
Só no Brasil que ladrão não tem quadrilha principalmente esses de Brasilia,pergunto eu esse ministro tem competência alguma pra julgar um ladrão de nossos impostos.
Tirando o negão, o resto é tudo farinha do mesmo saco.