
Entre mil e 1.300 pessoas se beneficiam direta e indiretamente com o dinheiro proveniente do lucro nas lojas e quiosques. Na feirinha se vendem produtos típicos da arte e da culinária potiguar. O objetivo é potencializar a exploração e o uso sustentável daquela área. E deixar o espaço livre. “Tudo será feito sem prejudicar os comerciantes naquela área”, garante Sânzia Cavalcanti, subsecretária de turismo do Estado. O projeto propõe a criação de um conjunto arquitetônico aéreo, elevado a 10,50 metros do nível do solo, construído em madeira de reflorestamento, constituído por módulos apoiados em torres interligadas por passarelas, que definem um percurso sobre a copa do Cajueiro criando um grande mirante que irá possibilitar ao visitante admirar todo o complexo e o seu entorno.



