
Cada vez mais, fica claro que a divisão da direita no Rio Grande do Norte é uma realidade — e vem sendo acompanhada de perto, e com certo alívio, pelos líderes da esquerda, que assistem à disputa interna pelo poder com animação.

Para analistas políticos, dois blocos se consolidam: de um lado, Rogério Marinho e Styvenson Valentim lideram um campo com base mais ideológica e discurso de oposição firme; de outro, Álvaro Dias e Allyson Bezerra buscam espaço com um projeto mais personalista e municipalista.




Maromba e Queda-de-Cebola tiveram milhares de votos. Mas só conseguem transferir os votos de quem deve favores a eles. E, são poucas pessoas.
Essa direita não só foi RN mais do Brasil aa brigas internas, só favores ao PT. Que fica rindo a toa.