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Protesto contra importação de médicos teve a adesão de estudantes de todo o estado

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Tribuna do Norte – Centenas de estudantes de Medicina de faculdades públicas e privadas, além de profissionais da área da saúde, foram às ruas na manhã de hoje (25) em protesto contra a importação de médicos de países estrangeiros sem a realização do Exame Nacional de Revalidação de Diplomas Médicos Expedidos por Instituições de Ensino Superior Estrangeiras, chamado de Revalida.

Os manifestantes se concentraram na Associação Médica do Rio Grande do Norte (AMRN), na Hermes da Fonseca, e seguiram em direção ao cruzamento do Midway, onde fizeram parada no Hospital Walfredo Gurgel, e retornaram à AMRN. A manifestação denominada “Revalida SIM!” é nacional, surgiu das redes sociais e ocorre em pelo menos treze estados brasileiros.

Essa medida de importação de médicos foi anunciada no início deste mês e gerou críticas aos ministérios da Saúde, da Educação e das Relações Exteriores. A justificativa dada pelo governo é tentar sanar o déficit de médicos na rede pública, principalmente nos hospitais do interior.

Segundo a presidente do Sindicato dos Médicos do RN (Sinmed/RN), Mônica Andrade, “não há falta de médicos, o problema é a falta de condições de trabalho e de plano de carreira”. Ela lembra também que o movimento não é contra os médicos estrangeiros, mas contrário à não realização do Revalida.

O protesto não afetou o trânsito porque manifestantes não ocuparam mais que duas faixas da avenida Hermes da Fonseca e o fluxo de veículos seguiu normalmente.

1 comentário em "Protesto contra importação de médicos teve a adesão de estudantes de todo o estado"

    Zé de Comadre Chiquinha
    27/05/2013 às 06:11

    Não veja que a situação no Brasil seja de falta de médico, é uma situação de médicos que não querem trabalhar. O médico quer ter quatro empregos, como não pode cumprir o horário de todos, falta ao emprego do serviço público. Eles são tão pilantras que já mandaram fazer dedo de silicone, distribuíram entres os colgas para marcar o ponto dos ausento. Foi presa uma médico com sete dedos na bolsa, que identificava sete médicos que não queriam ter nem o trabalho de marcar o ponto

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