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Professores de São Tomé acusam prefeito e secretária de perseguição

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Em destaque no contracheque o desconte de 13 dias
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O prefeito de São Tomé, Gutemberg Pereira da Rocha, e a secretaria de Educação, Veronilda Basílio, descontaram quatorze dias do salário dos professores em greve de São Tomé. Os servidores estão bastante revoltados,  pois a paralisação não foi  julgada e a gestão afirma sem nenhum critério que é o movimento foi ilegal.

Os educadores classificam a atitude como arbitrária e perseguidora. Os docentes estão apenas lutando por um calendário de pagamento e muitos receberam seus salários referentes a julho no dia 05 de setembro. Após a intervenção do Ministério Público, o prefeito assinou um Termo de Ajuste de Conduta (TAC) estipulando um calendário de pagamento até dezembro com multa diária de mil reais ao dia, caso haja descumprimento.

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