
A contratação da parteira foi considerada desnecessária e, portanto, ilegal já que Jardim de Piranhas não padece de carência de profissionais de saúde, nem possui comunidades de dificílimo ou impossível acesso a ponto de dependerem dos serviços de parteiras. A contratação é curiosa já que o município é assistido pela Estratégia Saúde da Família e além de hospital e médicos dispõe de várias ambulâncias e, portanto, de profissionais e veículos necessários ao atendimento ou encaminhamento das gestantes a especialistas à cidade de Caicó, distante 28 km, caso seja necessário.
Nota: este blogue considera-se suspeito para discutir o assunto. Eu cheguei a este mundo velho através dos serviços prestados por uma parteira. Nasci dentro de uma bacia. Minha está bem vivinha, graças a Deus, para contar a história. Não tinha médico num raio de 100 quilometros para fazer o parto. Até hoje tenho a cabeça chata. Por isso sou chato mesmo! E daí?



