
No documento, o magistrado pede esclarecimentos sobre os critérios utilizados e quais as autoridades responsáveis, bem como a lista de todos os permissionários, informando se estes estão cientes da impossibilidade de repasse, os respectivos locais que irão ocupar e os termos de permissão. A procuradoria jurídica do município foi cientificada nesta sexta-feira (21).




Espero que seja esclarecido mesmo. Porque achei estranha a ausência do maior site de Caicó, o Kurtição, nesse espaço. Não entendo uma politica que agrada uns e não a cidade de Caicó. Torço para o carnaval de Caicó continue crescendo.
Parabenizo o Exmo. Sr. Juiz André Melo Gomes pela iniciativa. É o tipo da coisa que o nosso povo merece.
Seria bem feito que o Exmo. Juiz quebrasse o sigilo das contas públicas para investigar o arrecadamento feito na Ilha através dos Alvarás.
Olha as coisas acontecendo…
Muito louvável a ação do do Ministério Público e do Juiz Dr. André neste nebuloso Carnaval de Caicó, espera-se que esta verdadeira “caixa preta” seja aberta, pois não entende-se como sempre os privilegiados são os mesmos, circula por todos os lugares que esta situação permanece porque acontece no final de tudo um grande “racha”.
Com Dr. André Melo e Drª Fladja Raiane juntos, Caicó nunca mais será a mesma. Parabéns!!!!
É! Mas é preciso não esquecer de pedir informações sobre o que foi apurado desde o ano passado. A ilha só serve pra dar leite. Quando precisa de ração, a vaquinha não serve pra nada. Nem energia lhe dão!
E o apurado na Festa de Satana do ano passado? Foi para o bolso de quem? Quem, finalmente, era o explorador do estacionamento? Até hoje não vimos ninguém ser responsabilizado! Bem que a câmara poderia exigir, sim, EXIGIR, do prefeito, as informações corretas e oficiais. É pra isso também que serve uma câmara!!!!!!!
Maria Bonita, na verdade esta decisão foi tomada nos autos processuais n.º 0000093-36.2011.8.20.0101, cuja parte autora é a empresa Queiroga e Santos LTDA, mais conhecida por Kurtição, e teve a Petição Inicial assinada pelos bacharéis Bruno Henrique do Nascimento e Rafael Gurgel Nóbrega. O que não exime a importância do Ministério Público, é claro.