A pouco mais de um ano para a Copa do Mundo de 2014, prefeitos recém-eleitos para comandar as cidades sedes já demonstram preocupação com o atraso das obras. Diante da impossibilidade de cumprir compromissos firmados, alguns já anunciaram que vão rever os empreendimentos previstos para o evento e fazem o cálculo político do recuo.
Garantia de vitrine para futuros voos eleitorais, as realizações do Mundial podem acabar, no fim das contas, virando fonte de desgaste.



