
Veja o que diz Haroldo Mota, membro da ONG:
– Fomos informados por uma amiga que mora na cidade de Cruzeta, interior do estado, que dez pessoas residentes na região realizaram exames médicos e todas constavam em seus resultados de sangue uma grande concentração de arsênio.
Segundo a Organização Mundial de Saúde, pela exposição prolongada ao arsênio presente em água e comida pode provocar vários tipos de cânceres, como o de pele, pâncreas e pulmão, além de abalos ao sistema nervoso, má-formação neurológica, abortos e doenças do coração e diabetes.




