
As investigações começaram em 2014 pela Delegacia de Repressão a Drogas. Segundo a polícia, a organização criminosa era comandada por um homem que utilizava nome falso e fazia a passagem de cocaína na fronteira Brasil-Paraguai, transportando em seguida para o Recife, onde a droga era distribuída a várias cidades do Nordeste.
Ainda de acordo com a PF, o grupo lavaria o dinheiro do tráfico adquirindo veículos, apartamentos e terrenos, onde eram construídos imóveis para revenda. Por isso, o nome da operação: Construtor.



