
– Quem me ligou foi o delegado geral José Edson, pedindo que eu fosse com urgência até a sede do Deic (Divisão Especial de Investigações e Capturas) porque os delegados Paulo Cerqueira e Ana Luíza queriam conversar comigo e com o deputado Maurício Tavares, como este estava viajando, foi seu irmão Raimundo Tavares. Foi assim que fiquei sabendo do plano, disse Dudu Holanda.
Ele seria morto depois da meia noite, no dia 1º de janeiro, quando saísse de um apartamento na praia de Pajuçara – área nobre de Maceió – após comemorar o ano novo.
O outro parlamentar – Maurício Tavares (PMN) – seria morto no dia 9 de janeiro. Ele está em Portugal e retorna a Alagoas neste dia. As investigações apontam que o suplente de ambos – Cícero Ferro (atual titular da vaga) – seria o autor intelectual do crime. Interceptações indicariam o suposto plano.


