
A candidatura do deputado federal Paulinho Freire à prefeitura de Natal (RN) está mais parecendo um desfile de “casca de bala”. Com tantos medalhões no seu palanque, a disputa não é só para conquistar a prefeitura, mas também para ver quem vai reivindicar a glória da possível vitória.
Imaginemos o cenário: Paulinho Freire vence as eleições. O espetáculo seguinte seria uma corrida para determinar qual “casca de bala” foi decisiva para o triunfo. Cada medalhão, com seu ego devidamente polido, reivindicaria a vitória para si, afirmando que Paulinho se elegeu graças ao seu apoio. Seria um verdadeiro teatro de vaidades, onde todos querem o crédito e ninguém fica de fora do palco.
No entanto, se a eleição não seguir o roteiro desejado e Paulinho for derrotado, o acordão de medalhões se desmancha como açúcar em água quente. Nesse caso, quem assumiria a culpa? O consenso rápido: Paulinho Freire viraria o bode expiatório. Afinal, em tempos de derrota, os medalhões desaparecem, e os “casca de bala” se esquivam da responsabilidade.



Mas aqui pelas orlas marítimas, centros comerciais, bairros periféricos etc…. o povão não quer nem ouvir falar noutro candidato…
Só dá Carlos Eduardo Alves. !
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