
São 17 funcionários, 12 deles concursados e cinco que ocupam cargos de confiança. O pastor desconfia que está sendo sabotado por eles. Não tem provas disso.
Os funcionários cuidam do apoio administrativo ao funcionamento da comissão. Seus substitutos passarão pelo crivo do pastor. Haverá lugar para gays e negros? A conferir mais tarde.



