
A condenação foi feita pela 2ª Vara Criminal de São João de Meriti, na Baixada Fluminense. O crime foi cometido no final de 2006, dentro de igreja. Segundo denúncia do Ministério Público, o pastor se valeu da condição de presidente da congregação para cometer o estupro.
Além disso, segundo o Ministério Público, Marcos Pereira amedrontava as fieis, dizendo que, se contassem sobre o estupro a outras pessoas, seriam possuídas por espíritos malignos e sentiriam “o peso das mãos de Deus”.




É como falsos crentes desta natureza é que o Evangelho é manchado.
nos ultimos diasa parecerao falsos cristos e falsos profetas falando em nome de deus, se dizendo cristao e praticando uma barbaridade desta. quem ama a deus nao pratica tal ato , isto é abominável aos olhos de deus.
O melhor castigo para esse monstro tarado, era a CASTRAÇÃO.