Mais do que a competência ou a popularidade, a escolha de nomes para a vaga de senador este ano estará essencialmente ligada às chances de o candidato facilitar a vitória de quem está de olho nos cargos do Executivo. Os partidos que encabeçam chapas na campanha por governos estaduais ou pela Presidência da República têm preferido abrir mão de indicar alguém para concorrer ao Senado e se concentrado em firmar alianças que garantam maior tempo de tevê.
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