
Eles teriam confirmado que já em 2009 a Procuradoria-Geral da República conhecia o teor de telefonemas entre Demóstenes e o contraventor Carlos Augusto Ramos, o Carlinhos Cachoeira, e, portanto, não poderia ter deixado de informar ao Supremo Tribunal Federal (STF) das gravações, de modo a obter daquela Corte autorização para investigar autoridade com foro privilegiado.
Diante do que classificou como um evidente erro de procedimento jurídico, o advogado repetiu o que vem dizendo ha algumas semanas: as provas do inquérito que corre no Supremo desde o dia 29 de março são nulas.
Kakay chegou ao Senado no início da manhã para acompanhar os depoimentos, no Conselho de Ética, dos delegados da Polícia Federal Raul Alexandre Marques Souza, responsável pela Operação Vegas, e Matheus Mella Rodrigues, responsável pela Operação Monte Carlo.



