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Ação que investiga propina de Allyson segue em sigilo na Justiça Eleitoral

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Ação que investiga propina de Allyson segue em sigilo na Justiça Eleitoral

A Ação de Investigação Judicial Eleitoral (AIJE) que apura suspeitas de utilização de dinheiro de propina na campanha de Allyson Bezerra (União Brasil) ao Governo do Rio Grande do Norte está há 20 dias sem novas movimentações públicas identificadas. O processo, que tramita sob segredo de Justiça no Tribunal Regional Eleitoral do Rio Grande do Norte (TRE-RN), teve seu último despacho conhecido em 23 de setembro, mesmo diante dos prazos reduzidos que caracterizam a Justiça Eleitoral durante o período das eleições.

A investigação, registrada sob o número 0600728-20.2026.6.20.0000, foi apresentada pela coligação Endireita RN e envolve suspeitas relacionadas à Operação Mederi, da Polícia Federal. A ação busca apurar possível utilização de recursos provenientes de pagamentos ilícitos no financiamento da campanha eleitoral. O caso foi revelado pelo Diário do RN em reportagem publicada no dia 4 de setembro.

No despacho assinado em 23 de setembro, o corregedor regional eleitoral, desembargador João Batista Rebouças, determinou a intimação da parte investigante para se manifestar, no prazo de três dias, sobre questões preliminares levantadas em quatro peças de defesa apresentadas no processo. O magistrado estabeleceu que, após o transcurso do prazo, com ou sem manifestação, os autos deveriam retornar para sua análise.

Ação que investiga propina de Allyson segue em sigilo na Justiça Eleitoral

A determinação foi publicada no Diário da Justiça Eletrônico do TRE-RN em 25 de setembro.

Desde então, não foram identificadas novas informações públicas sobre o andamento da investigação. Nesse intervalo, o Rio Grande do Norte passou pelo primeiro turno das eleições, em 4 de outubro, e entrou na fase decisiva da disputa pelo Governo do Estado, com o segundo turno marcado para 25 de outubro.

O contraste entre os prazos eleitorais e a ausência de informações públicas sobre a tramitação chama atenção. Durante o calendário eleitoral, a legislação estabelece procedimentos e prazos específicos para garantir maior rapidez na apreciação de demandas relacionadas às eleições.

Entretanto, o prazo de três dias determinado pelo corregedor se referia exclusivamente à manifestação da parte investigada, não constituindo prazo para julgamento da ação.

O segredo de Justiça também limita o acompanhamento externo do processo. Isso significa que manifestações, decisões e diligências posteriores podem ter ocorrido sem divulgação pública.

Portanto, a ausência de atualizações acessíveis não permite concluir que a investigação esteja efetivamente paralisada.

Ainda assim, permanece sem esclarecimento público se a coligação autora apresentou sua manifestação, se os autos retornaram ao gabinete do corregedor e se houve alguma decisão posterior ao despacho de setembro.

A investigação tem relevância porque envolve suspeitas sobre a origem de recursos utilizados em uma campanha eleitoral. Conforme revelou o Diário do RN, a ação apresentada pela coligação Endireita RN pede o compartilhamento de provas obtidas pela Polícia Federal, incluindo elementos relacionados à empresa DISMED e a pagamentos realizados pela Prefeitura de Mossoró.

A ação também faz referência a gravações ambientais que, segundo a acusação, levantariam suspeitas sobre a existência de um esquema de pagamento de propinas e eventual destinação de recursos para fins eleitorais. Essas alegações ainda dependem de análise judicial e não representam comprovação de irregularidades por parte dos investigados.

Caso sejam comprovadas as condutas previstas na legislação eleitoral, uma AIJE pode resultar em consequências como cassação de registro ou diploma e declaração de inelegibilidade, observada a responsabilidade de cada envolvido.

Com a proximidade do segundo turno, a ausência de informações públicas sobre o estágio da investigação reforça a importância de esclarecimentos sobre sua tramitação. Embora o segredo de Justiça deva ser respeitado, permanece o interesse público em saber se os prazos processuais foram cumpridos e se a ação continua avançando.

Até 13 de outubro, não foi possível confirmar, a partir do despacho apresentado e das informações públicas disponíveis nesta apuração, a existência de novas decisões ou eventual previsão de julgamento. A investigação segue sem conclusão de mérito conhecida, e os envolvidos têm assegurados os direitos ao contraditório, à ampla defesa e à presunção de inocência.

2 comentários em "Ação que investiga propina de Allyson segue em sigilo na Justiça Eleitoral"

    Pedrolaurentino1@hotmail.com16/10/2026 às 08:08

    Trambiqueiro não pode ser governo

    Pedro16/10/2026 às 08:07

    Trambiqueiro não pode ser governo

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Pesquisa

Pesquisa Datafolha – Rejeição: Lula tem 46% de rejeição e Flávio Bolsonaro, 44%

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Pesquisa Datafolha - Rejeição: Lula tem 46% de rejeição e Flávio Bolsonaro, 44%

A Pesquisa Datafolha divulgada nesta quinta-feira (15) mostra sobre a rejeição dos candidatos a presidente do Brasil.


Lula da Silva (PT) lidera a rejeição dos eleitores, por 46%, que afirmam não votar de forma alguma no petista. A rejeição a Flávio Bolsonaro (PL) é de 44%.

No levantamento anterior, de 8 de outubro, Lula mantinha os mesmos 46% de rejeição, enquanto Flávio registrava 43%. Agora, 3% dos entrevistados dizem rejeitar os dois candidatos e 7% afirmam que não rejeitam nenhum deles.

Entre os eleitores de Flávio, 74% dizem votar nele por considerá-lo o melhor candidato, enquanto 17% afirmam que a escolha é motivada pelo desejo de derrotar Lula. Entre os apoiadores do presidente, 83% dizem escolhê-lo por considerá-lo o melhor candidato, e 12% afirmam votar para impedir a vitória do senador.

A pesquisa também aponta que 50% dos entrevistados desaprovam o governo Lula, enquanto 48% aprovam. Na avaliação da gestão, 41% consideram o governo ruim ou péssimo, e 35% o classificam como ótimo ou bom.

O levantamento ouviu 2.520 pessoas nos dias 13 e 14 de outubro, em todo o país. A margem de erro é de dois pontos percentuais, e o nível de confiança, de 95%. Contratada pela Folha de S.Paulo, a pesquisa está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-00466/2026.

O segundo turno da eleição presidencial será realizado em 25 de outubro.

1 comentário em "Pesquisa Datafolha – Rejeição: Lula tem 46% de rejeição e Flávio Bolsonaro, 44%"

    Francico Paulo Freire Filho16/10/2026 às 08:27

    Só ganha de Flávio em rejeição!

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Por que Lula vai perder a eleição, segundo dados da Quaest

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Por que Lula vai perder a eleição, segundo dados da Quaest

Um dado trazido pela pesquisa da Quaest ontem colocou a campanha do presidente Luiz Inácio Lula da Silva em alerta.

Chamou a atenção do entorno do mandatário a informação de que 10% dos eleitores que votaram em Flávio Bolsonaro no primeiro turno decidiram por ele no dia em que foram às urnas.

Por outro lado, somente 5% dos que apoiaram Lula decidiram no dia da votação.

A equipe do petista avalia que esse dado representa a necessidade de manter a ofensiva feita no segundo turno montada até o último dia.

A militância lulista tem atuado bastante nas redes sociais e se mobilizado nas ruas para defender a virada do presidente e viabilizar a reeleição do petista.

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Datafolha: Lula tem 46% de rejeição, dois pontos a mais que Flávio

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Datafolha: Lula tem 46% de rejeição, dois pontos a mais que Flávio

Pesquisa Datafolha divulgada nesta quinta-feira (15), mostra que 46% dos eleitores rejeitam o presidente Lula (PT).

Já 44% afirmam que não votariam de jeito nenhum no senador Flávio Bolsonaro (PL) em um eventual segundo turno.

A rejeição a Lula permaneceu estável em relação ao levantamento anterior, enquanto a de Flávio, filho do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), subiu um ponto percentual.

O instituto ouviu 2.520 eleitores de terça (13) a quarta (14) em 153 municípios, em um trabalho encomendado pela Folha. A pesquisa está registrada no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) com o código BR-00466/2026.

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Pesquisa Datavero: Cadu de Lula vira e tem 50,53% contra 49,47% de Allyson Bezerra

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Pesquisa Datavero: Cadu de Lula vira e tem 50,53% contra 49,47% de Allyson Bezerra

Uma pesquisa divulgada nesta sexta-feira (16) pelo Instituto Data Vero mostra o candidato do PT, Cadu de Lula com ligeira vantagem sobre Allyson Bezerra (União Brasil). O levantamento mostra que o petista tem 50,53% das intenções de voto, contra 49,47% do ex-prefeito de Mossoró.

Os números apresentados pelo Data Vero mostram que apesar do petista estar numericamente à frente, os dois candidatos ao Governo do Estado estão empatados tecnicamente dentro da margem de erro, que é de 2,53%. Os números são referentes aos votos válidos.

A pesquisa foi realizada entre os dias 13 e 15 de outubro e está registrada sob os números RN 01514/2026 e BR 02367/2026.

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Pesquisa Datavero: Cadu de Lula aumenta vantagem na estimulada com 46,71% contra 45,73% de Allyson

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Pesquisa Datavero: Cadu de Lula aumenta vantagem na estimulada com 46,71% contra 45,73% de Allyson

No cenário estimulado, que considera também os eleitores sem preferência definida, Cadu registra 46,71% das intenções de voto, contra 45,73% de Allyson. Outros 4,32% afirmam não votar em nenhum dos candidatos, enquanto 3,24% não sabem responder. A diferença entre os concorrentes é de apenas 0,98 ponto percentual, dentro da margem de erro de 2,53 pontos percentuais.

Pesquisa Datavero: Cadu de Lula aumenta vantagem na estimulada com 46,71% contra 45,73% de Allyson

A pesquisa foi realizada entre 13 e 15 de outubro, com 1.500 entrevistados em 50 municípios potiguares e nível de confiança de 95%. O levantamento está registrado na Justiça Eleitoral sob os números RN-01514/2026 e BR-02367/2026.

1 comentário em "Pesquisa Datavero: Cadu de Lula aumenta vantagem na estimulada com 46,71% contra 45,73% de Allyson"

    Francisco Paulo Freire Filho16/10/2026 às 08:32

    Como que Alisson só recebendo apoio está perdendo para quem não recebe?

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Política

Kleber e André Rodrigues reúnem amigos em apoio a Allyson nesta sexta-feira (16) em Monte Alegre

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Kleber e André Rodrigues reúnem amigos em apoio a Allyson nesta sexta-feira (16) em Monte Alegre

O deputado estadual Kleber Rodrigues e o prefeito de Monte Alegre, André Rodrigues, reúnem amigos e lideranças nesta sexta-feira (16), às 18h, na Casa Verde, para receber o futuro governador Allyson Bezerra.

O encontro faz parte da mobilização para o segundo turno e será um momento de diálogo com os apoiadores.
A proposta é reunir o grupo e ampliar o trabalho em favor de Allyson.

“Vamos reencontrar os amigos ao lado do nosso futuro governador Allyson Bezerra. Cada pessoa que caminha conosco tem um papel importante para o futuro do nosso RN”, destaca Kleber.

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Política

Cadu de Lula é recebido com carinho e demonstrações de apoio no Guarapes

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O futuro governador do Rio Grande do Norte, Cadu de Lula, liderou uma caminhada no bairro Guarapes, Zona Oeste de Natal, na tarde desta quinta-feira (15), onde recebeu muito carinho da população local, além de uma expressiva manifestação de apoio na ruas da comunidade. Acompanhado do Time de Lula, da governadora Fátima Bezerra e do ministro Wellington Dias, Cadu caminhou pelas ruas do bairro, indo de porta em porta, olhando nos olhos de cada cidadão e falando sobre suas propostas para garantir desenvolvimento no RN.

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