O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) saiu por vota das 9h30 desta quarta-feira (24) da Superintendência da PF (Polícia Federal) e foi transferido para o hospital DF Star, onde será internado para exames preparatórios de uma cirurgia de hérnia inguinal bilateral, prevista para ser realizada amanhã (25). Esta é a primeira vez que Bolsonaro deixa a prisão.
Conforme determinação do ministro Alexandre de Moraes, do STF (Supremo Tribunal Federal), o deslocamento foi feito sob escolta e Bolsonaro entrou no hospital pela garagem. Cerca de 12 motocicletas da Polícia Militar pararam o trânsito do trajeto enquanto o comboio com o ex-presidente passava.
Durante toda a estadia, Bolsonaro permanecerá sob custódia, com vigilância 24 horas por dia. Ao menos dois policiais federais ficarão posicionados na porta do quarto, além de equipes dentro e fora do hospital.
A ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro tem passe-livre. Poderá acompanhar toda a internação e cirurgia, podendo inclusive passar a ceia de Natal com Bolsonaro nesta noite. Outras visitas precisam ser pedidas a Moraes, incluindo a de seus filhos.
A cirurgia à qual o ex-presidente Jair Bolsonaro será submetido na quinta-feira, 25, no Natal, é “padronizada, com menor risco de complicações”, afirmou ao Broadcast (sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado) o cirurgião-geral Claudio Birolini, que acompanha o ex-presidente.
Segundo Birolini, o procedimento, uma herniorrafia inguinal, deve durar de três a quatro horas.
O médico ponderou que “toda cirurgia é complexa”, mas disse que essa deve ser muito mais simples em comparação à operação realizada em abril, que demandou cerca de 12 horas. “É muito mais simples por se tratar de um procedimento padronizado e realizado de forma eletiva. A outra foi uma cirurgia não regrada, em uma situação de emergência no que chamamos de um ‘abdome hostil’”, disse.
Na terça-feira, 23, o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), autorizou a internação de Bolsonaro no Hospital DF Star, em Brasília, para a realização do procedimento.
O ex-presidente deve deixar a Polícia Federal pela manhã nesta quarta. O procedimento deve ser feito na manhã seguinte.
A candidatura do prefeito de Mossoró, Allyson Bezerra, ao Governo do Estado tende a se fragilizar e, a partir do próximo ano, as quedas nas pesquisas deverão revelar esse desgaste. O cenário político começa a mudar à medida que se acumulam denúncias contra a sua gestão, criando um ambiente de incerteza em torno do projeto eleitoral para 2026.
São denúncias sobre denúncias envolvendo a administração de Allyson, muitas delas com fundamentação e apontando vestígios que levantam suspeitas de irregularidades. É evidente que, em meio a dezenas de acusações, algumas podem não se sustentar. Ainda assim, as que apresentam elementos concretos merecem atenção e preocupação por parte do prefeito mossoroense.
Esse volume de questionamentos já leva parte da classe política a apostar que Allyson Bezerra pode nem chegar a disputar as próximas eleições. A repercussão negativa, somada ao desgaste natural da exposição prolongada, tem levado analistas a avaliar que o prefeito poderá repensar a decisão de renunciar ao cargo para entrar na corrida eleitoral de 2026.
Nesse contexto, ganha força a interpretação de que o lançamento da primeira-dama, Cinthia Pinheiro, como candidata a deputada estadual pode ser mais do que um simples projeto político familiar. Para alguns observadores, o movimento já sinalizaria uma possível retirada de Allyson da disputa pelo Governo do Estado, preservando capital político e abrindo outra frente de atuação.
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Pedro24/12/2025 às 09:09
Uma pessoa dessa não tem condição pra ser governo do RN
Natal vai viver uma verdadeira maratona cultural no fim de 2025. A Prefeitura divulgou a programação oficial do Natal em Natal 2025, que promete movimentar a cidade com 50 atrações musicais e culturais, distribuídas por diferentes regiões, com destaque para a Orla de Ponta Negra e a Avenida da Alegria, na Redinha.
Os eventos acontecem entre os dias 25 e 31 de dezembro, com acesso totalmente gratuito, reunindo artistas locais, regionais e nacionais, em uma proposta pensada para públicos de todas as idades e estilos musicais.
Orla de Ponta Negra concentra a maior programação
O principal palco do evento será montado na nova orla de Ponta Negra, onde haverá shows todos os dias, do Natal ao Réveillon. Ao longo da semana, o público poderá acompanhar apresentações que vão do forró ao axé, passando pelo pagode, música popular brasileira e gospel.
Entre os nomes confirmados estão Calcinha Preta, Zé Vaqueiro, Luan Estilizado, Léo Santana, Cláudia Leitte, Durval Lelys, Henry Freitas, Ricardo Chaves, além de atrações como Sorriso Maroto, Dilsinho, Limão com Mel e Zezo.
Réveillon também agita a Redinha
Além da orla, a Avenida da Alegria, na Redinha, será um dos pontos altos da virada do ano. No dia 31 de dezembro, a festa começa com banda local no tradicional pranchão, segue com show de Ricardo Chaves comandando a chegada de 2026 e continua madrugada adentro com a Banda Mel.
Confira a programação completa do Natal em Natal 2025 Orla de Ponta Negra 25/12 – Quinta-feira • Gilmar Bezerra • Fernanda e Gislaine • Marquinhos Gomes • Davi Sacer
29/12 – Segunda-feira • DJ Local • Raynel Guedes • Nuzio Medeiros • Sorriso Maroto
30/12 – Terça-feira • DJ Local • Pedro Lucas • Cláudia Leitte • Limão com Mel
31/12 – Quarta-feira • DJ Local • Giullian Monte • Israel Fernandes • Durval Lelys • Henry Freitas • Ricardo Chaves
Avenida da Alegria – Redinha 31/12 – Quarta-feira • Banda Detroit • Ricardo Chaves • Banda Mel
Expectativa de público e impacto na cidade
Com uma programação extensa e nomes de peso no cenário nacional, o Natal em Natal 2025 reforça a estratégia de usar grandes eventos para impulsionar o turismo, movimentar a economia local e consolidar a capital potiguar como destino de festas de fim de ano no Nordeste.
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O prefeito de Mossoró, Allyson Bezerra, mais uma vez aparece enrolado em dívidas e cobranças milionárias. Não é fato novo. A fama de mau pagador volta ao centro do debate com a divulgação pública de uma cobrança feita pela empresa terceirizada Clarear Serviços LTDA, que aponta um débito superior a R$ 9 milhões por serviços prestados à Secretaria Municipal de Saúde.
Em nota encaminhada aos trabalhadores, a empresa afirma que enfrenta sérias dificuldades para honrar compromissos trabalhistas justamente pela falta de repasses financeiros da Prefeitura de Mossoró. Segundo a Clarear, os valores devidos incluem notas fiscais emitidas e não pagas pelo município, o que estaria comprometendo o pagamento integral de salários e demais obrigações legais.
A empresa informa ainda que o contrato firmado com a Prefeitura é alvo de disputa judicial no Processo nº 0001076-42.2025.5.21.0012, que tramita no Tribunal Regional do Trabalho da 21ª Região (TRT-RN) e corre em segredo de justiça. Apesar da realização de audiências, não houve acordo quanto aos repasses considerados devidos.
“Tais valores superam a quantia de R$ 9.000.000,00 (nove milhões de reais), incluindo notas fiscais devidamente emitidas e pendentes de pagamento pelo Município”, destaca a Clarear em sua manifestação oficial.
O episódio reforça críticas recorrentes à gestão de Allyson Bezerra, frequentemente acusada por fornecedores e prestadores de serviço de atrasos e inadimplência. Mais uma vez, a conta da desorganização financeira recai sobre empresas e trabalhadores que aguardam, sem prazo definido, o cumprimento das obrigações por parte da Prefeitura de Mossoró.
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Para o deputado federal Fernando Mineiro (PT), a intenção do deputado federal João Maia é clara: desestabilizar o sistema político liderado pela governadora Fátima Bezerra. Segundo Mineiro, não há outro objetivo por trás do barulho criado em torno do vice-governador Walter Alves (MDB) a não ser tensionar o campo governista de olho na disputa de 2026.
Ao comentar as declarações de João Maia, que apontou um suposto combinado entre Walter Alves e o prefeito de Mossoró, Allyson Bezerra (UB), Mineiro foi direto ao afirmar que se trata de um cálculo político pessoal. Para ele, João Maia tem lado definido e atua deliberadamente para criar instabilidade no projeto político que envolve a governadora Fátima e o pré-candidato Cadu Xavier.
“O que eu estou dizendo é que João Maia, por ele ter lado, está buscando também desestabilizar a campanha de Cadu e de Fátima. E até pelo que eu sei, ele não fala em nome do Walter”, afirmou Mineiro, rebatendo a ideia de que as declarações representariam uma posição oficial do vice-governador.
João Maia chegou a afirmar que Walter Alves apoiaria a candidatura de Allyson Bezerra ao Governo do Estado e ainda teria influência na indicação do candidato a vice-governador. Para Mineiro, no entanto, essa narrativa não passa de uma tentativa de interferir no equilíbrio político do grupo governista, sem respaldo direto do próprio Walter Alves.
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O deputado estadual Nelter Queiroz referendou, em declaração recente, as palavras do deputado federal João Maia, ditas em entrevista à Rádio 95 FM de Caicó. Segundo Nelter, de fato existiu a conversa envolvendo o deputado federal João Maia e o vice-governador Walter Alves.
De acordo com o parlamentar, o diálogo ocorreu nos termos relatados por João e, até o momento, Walter Alves não desmentiu nenhum ponto do que teria sido “combinado”. “Tanto é que Walter não negou nada do combinado até agora”, afirmou Nelter, reforçando que o silêncio do vice-governador acaba referendando a versão apresentada.
A declaração reacende as especulações sobre articulações políticas em curso no Rio Grande do Norte e amplia a pressão para que Walter Alves se posicione publicamente sobre o conteúdo dessas conversas e seus desdobramentos para o cenário eleitoral.
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Em entrevista ao Panorama 95, o deputado estadual Nelter Queiroz afirmou que a possível pré-candidatura do prefeito Dr. Tadeu a deputado estadual é natural e reforçou a importância de o Seridó manter representantes próprios na Assembleia e na Câmara Federal. Ele destacou as parcerias mantidas com Caicó e avaliou que a região precisa seguir unida para fortalecer nomes como João Maia e outras lideranças com base eleitoral no interior.
Nelter também comentou o cenário de sucessão estadual e explicou que, em caso de vacância do cargo de governador caso o vice Walter Alves não queira assumir a função, a Assembleia Legislativa poderá ser responsável por escolher um governador “tampão”. Segundo ele, qualquer candidato ao posto precisaria ter nível superior e obter maioria dos votos dos deputados, citando que o nome de Vivaldo Costa é frequentemente lembrado nos bastidores, embora dependa exclusivamente de decisão pessoal e do apoio da maioria da Casa Legislativa.
Marcos Dantas
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Uma pessoa dessa não tem condição pra ser governo do RN