Além de pagar aluguel para a assessora do PT, Ednalva Franco, os sem-teto eram obrigados a participar também dos atos em defesa de Lula.
Um deles disse para a Folha de São Paulo:
“Quando tinha um ato, eu colocava a camiseta do movimento e ficava perto dela. Fazia questão que ela me visse várias vezes, para eu marcar presença. Depois trocava a camiseta e ia embora.”
