
A nota lembra que a crise não é apenas da Mesa Diretora, mas da instituição como um todo, estimulando discursos sobre “a extinção do Senado”.
O documento criticou até os suplentes, como o senador Paulo Duque (PMDB-RJ) – presidente do Conselho de Ética (na foto). “Se a suplência sem votos já é, em si, indecorosa, torna-se absurda quando a ela se atribui a missão de presidir um órgão da responsabilidade do Conselho de Ética”, descreveu a nota.
Em rápida pesquisa, o blog traz a informação pertinente aos leitores: Paulo Duque é suplente do suplente. O atual governador do Rio de Janeiro, Sérgio Cabral trocou Brasília pelo governo fluminense, em 2006. Com isso, assumiria o primeiro suplente Régis Fichtner. Ele também alçou vôo para a Cidade Maravilhosa, nomeado secretário. Restou o segundo, Paulo Duque, com a carreira de deputado estadual de pouca expressão. até mais rala do que o tempo para conhecermos um pouco de sua vida pública.



O povo está querendo mais, Sr. Cezar Brito. O povo está querendo nada mais, nada menos que a pura e simples extinção do Senado. E eu sanciono.
E dia 07.09.2009, às 17h00 terá o panelaça, buzinaço (qualquer manisfestação será bem-vinda) em protesto contra os desmandos na política, de modo geral e, no Senado, em particular.
Sou a favor da terceirização! Senador tem que ser igual a técnico de futebol… TEM QUE CAIR UM POR RODADA!
Com certeza. Os políticos devem ser tratados como funcionários do povo, mesmo, pois somos nós quem pagamos os seus altíssimos salários. Nesse caso, se não estão nos satisfazendo, deveríamos e poderíamos colocá-los para fora. Nada mais justo e coerente. São nossos empregados SIMMMMMMMM!