A Comissão de Direitos Humanos da OAB do Paraná realizou ontem uma vistoria no Complexo Médico Penal (CMP), o presídio da Operação Lava Jato em Curitiba, após tomar conhecimento de que os presos do escândalo Petrobrás – políticos, ex-executivos e lobistas – encarcerados na unidade, teriam acesso a aparelhos de telefone celular, internet, visitas íntimas, comida exclusiva, serviços de cozinheiro, segurança e zelador particulares. Além de usarem “laranjas” em cursos e trabalhos que servem para redução dos dias de cárcere.
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