
O discurso de vários ministros passou a ser que o tribunal não tem poder de rejeitar as contas, mas apenas fazer uma “recomendação”. A decisão, dizem auxiliares da presidente, cabe ao Congresso.


O discurso de vários ministros passou a ser que o tribunal não tem poder de rejeitar as contas, mas apenas fazer uma “recomendação”. A decisão, dizem auxiliares da presidente, cabe ao Congresso.