As confissões de Palocci, uma explosão fatal na imagem de Lula, pedem roteiro sobre a orfandade da esquerda, que não se preparou para viver sem o patrono.
“Adeus, Lula” é um filme sobre pulverização.
Depois de Palocci, a unidade está morta.
Com sorte, do desfecho ressurgirá o debate hoje estancado.



