Na hora que você faz uma matéria que contraria A, B ou C, a gente vez por outra vê aí a própria imprensa divulgar: políticos que dizem que a imprensa não presta. Outro chega e diz: ‘a imprensa quebrou meu negócio’. Ou foi a imprensa que divulgou.
Esse sentimento de que o trabalho jornalístico contraria interesses e que essa contrariedade de interesses leva, em alguns casos, à violência é que a gente precisa acabar com isso. O jornalista precisa fazer o trabalho dele. Se ele fizer alguma coisa errada, ele tem que pagar pelo que ele fez, mas não com violência.
Do promotor de justiça de Caicó, Geraldo Rufino, em entrevista a blogueira Suerda Medeiros.



