
Deu n’O Globo, que, dentro do Congresso, há quem veja com descrença a ofensiva do PL em lançar Rogério Marinho ao Senado. Aliados de Rodrigo Pacheco avaliam que a ofensiva é um “jogo de cena” para tentar aumentar o poder de barganha da legenda de Valdemar Costa Neto. Nas contas do PL, Rogério conta atualmente com 28 votos, enquanto Pacheco teria 29 – e o resto, 24 estaria em aberto. Para vencer a eleição no Senado é necessário ter 41 votos.
Marinho, portanto, terá que buscar votos em legendas como PP, Republicanos e Podemos. O Presidente nacional do PL, Valdemar Costa Neto, é um dos que insistem na candidatura própria, mesmo sabendo que Pacheco entra na disputa muito forte, por já estar no cargo e ter apoio do presidente eleito Luiz Inácio Lula da Silva

