Depois do ruído provocado pela tal “fala combinada” de João Maia, um detalhe não passou despercebido nos bastidores: o ex-senador José Agripino Maia, presidente estadual do União Brasil, simplesmente saiu de cena. Nenhuma declaração, nenhuma linha pública, nenhum gesto de contenção ou esclarecimento.
O silêncio chama atenção porque Agripino é o principal tutor político da candidatura do prefeito de Mossoró, Alysson Bezerra, ao Governo do Rio Grande do Norte. Em momentos de turbulência, seria natural esperar uma palavra do comandante do partido, ainda mais quando o episódio atinge diretamente o campo de alianças que sustenta o projeto.
A expectativa é que, passados os festejos de Natal, José Agripino se pronuncie. Mas quem conhece seu estilo sabe: no meio do tumulto, ele prefere recolher as peças, observar o tabuleiro e deixar que as coisas aconteçam. Agripino nunca foi adepto de entrar em incêndio com gasolina.





Zezim tem 80 anos. Têm pausas para trocar o bujão.
Ser político é o melho negócio que existem, Zé pedeu a eleição e ainda tá correndo atrás da poloitica, sabendo que tá sem retorno de voltar, politica é uma mina de ouro e diamante, é só Mineiro de valor, todo o dinheiros só cai nas mãos deles