Nos bastidores da política potiguar já surgiu a pergunta: alguém já consultou o deputado estadual Vivaldo Costa sobre a possibilidade de assumir um governo tampão, caso ninguém aceite ocupar o lugar da governadora Fátima Bezerra após sua saída para disputar o Senado?
A hipótese, ainda que remota, chama atenção pelo paradoxo. Aos 86 anos, Vivaldo é frequentemente apontado como alguém fora do radar para uma nova candidatura eletiva, mas, ao mesmo tempo, seu nome passa a ser lembrado para comandar um mandato transitório, curto, porém carregado de problemas. Um governo tampão que herdaria um cenário de dificuldades financeiras, rombo orçamentário e inúmeras broncas administrativas.
A pergunta que fica no ar é direta: se a idade é usada como argumento para afastá-lo de uma reeleição, por que serviria para assumir um governo provisório em meio a uma crise? A discussão expõe mais o tamanho da encrenca.





O rei do Trapiá está um potro de menino. Se brincar, vai a pé de Caicó à Natal. Com a mala na cabeça.
Vida longa ao papa-lagatão, nosso futuro governador!
Se ninguém quer assumir o governo por desequilíbrio financeiro Fátima é uma luz q pegou o estado com quatro folhas atrasadas e não mais as atrasou; parabéns Fátima Bezerra!