Nem Lula, nem Jair Bolsonaro.
A Folha de São Paulo, em editorial, pede um candidato de centro.
Leia um trecho:
“Uma polarização marcante não parece corresponder aos hábitos e atitudes presentes na cultura política brasileira.
Certamente, um amplo contingente dos que rejeitam os desmandos e delinquências do lulismo não estaria disposto a seguir os lemas de quem, como Bolsonaro, defende a memória de torturadores, faz brincadeiras com o crime de estupro ou insulta homossexuais.
Há espaço, sem dúvida, para candidaturas com atitudes mais liberais e modernas que a de Bolsonaro e mais responsáveis e éticas que a de Lula. Perfis mais ao centro, ademais, dariam densidade ao essencial debate programático.
Entre o populismo macunaímico e o policialismo troglodita, a política brasileira tem certamente mais opções a oferecer.”
A Folha de São Paulo voltou ao nem-nem.


A questão de escolha de um presidente no Brasil passa, obrigatoriamente, pela questão judicial. Se for para escolher entre um condenado por corrupção e outra série de delitos, além de denunciado e investigado em outros seis processos, e outro candidato não envolvido com a justiça, não será a ideologia que terá peso. No momento atual é necessário escolher um governante que não atrapalhe o desenvolvimento do potencial brasileiro, deixando o Estado para atuar somente nas suas destinações: segurança, saúde, educação e fiscalização. O. Rasil é tão potente e tão rico em recursos que, para se desenvolver, basta ogoverno não atrapalhar.