
“Não existe almoço de graça. Por que uma empresa de capital privado vai doar R$ 10 milhões, se ela não for cobrar depois? Muitos valores tido como oficiais, não eram oficiais, isso me foi dito por empresários”, disse Costa. Costa é um dos principais delatores da operação Lava Jato, que apura o desvio de dinheiro na Petrobras, e cumpre prisão domiciliar no Rio de Janeiro. Ele foi preso em março do ano passado por suspeita de receber propina de fornecedores da estatal para facilitar a fechamento de contratos com essas empresas.



