
De acordo com a denúncia, que teve seu sigilo levantado nesta quarta-feira (30/10), o petista, que exerceu a função de relator da comissão mista instaurada no Congresso para apurar atos ilícitos na Petrobras, teria feito articulações para evitar algumas convocações.
Segundo os procuradores do consórcio formado a partir da 13ª Vara Federal de Curitiba, o empresário Luiz Gerber, ex-assessor do parlamentar, intermediaria propinas para evitar a convocação de alguns executivos, que deram tais informações após acordos de delação premiada. Atualmente sem mandato, Marco Maia foi presidente da Câmara dos Deputados entre dezembro de 2010 e fevereiro de 2013.



