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MPE pede veto ao uso de “Samanda de Lula” na urna e enquadra estratégia do PT no RN

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O Ministério Público Eleitoral (MPE) solicitou ao Tribunal Regional Eleitoral do Rio Grande do Norte (TRE-RN) a proibição do uso do nome do presidente Luiz Inácio Lula da Silva pela candidata do PT ao Senado, Samanda Alves. A Procuradoria argumenta que a inclusão da expressão “Samanda de Lula” no registro de urna é indevida, pois pode induzir o eleitorado ao erro e conceder vantagem injustificada sobre os adversários.

O parecer, assinado pelo procurador regional eleitoral Fernando Rocha de Andrade, aponta que a candidata não possui grau de parentesco com o chefe do Executivo nem carrega seu sobrenome nos documentos oficiais. Além disso, o MPE ressalta a ausência de registros prévios que comprovem o uso de “Samanda de Lula” como apelido público consolidado, destacando que reportagens e publicações nas redes sociais sempre se referiram à postulante apenas como “Samanda Alves”.

Caso a pré-candidata não apresente uma nova alternativa dentro das normas do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), o MPE defende que a Justiça determine de ofício a alteração para “Samanda Alves”.

A estratégia do PT potiguar

A investida contra o nome de Samanda expõe os limites da tática adotada pelo PT no Estado para colar na popularidade do presidente. A Procuradoria atua em linha semelhante contra outros correligionários que tentam nacionalizar o nome de urna no Rio Grande do Norte.

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