
O vice-presidente Hamilton Mourão (PRTB) justificou, na manhã desta sexta-feira (19), a atitude tomada pelo presidente Jair Bolsonaro (sem partido) de entrar com uma ação direta de inconstitucionalidade (Adin) no Superior Tribunal Federal (STF) contra os governadores do Distrito Federal, Bahia e Rio Grande do Sul, que decretaram medidas restritivas para barrar a Covid-19.
“Não é questão de confronto com governadores. Algumas medidas, o presidente coloca claramente, e eu concordo com ele. Além da liberdade de manobra que cada governador tem, como essa questão do ‘toque de recolher’”, aponta o militar.
“Acho que isso tem que ter uma legislação que ampare melhor. O que o presidente pretende é definir de forma homogênea o que venha a ser atividades essenciais”, opinou Mourão.
“Em um estado, o cara diz que academia é atividade essencial. Outro estado diz que não é. É óbvio que isso tem que ser em comum acordo com o Congresso, que representa o conjunto da nação”, complementou.


