Hoje fazem nove anos que TIM Lopes foi morto barbaramente numa investigação jornalística perigosa. TIM foi até a favela Vila Cruzeiro, no bairro do Complexo do Alemão, subúrbio do Rio de Janeiro, com uma microcâmera escondida na pochete que levava na cintura, para gravar imagens de um baile funk promovido por traficantes de drogas.
Ele havia recebido uma denúncia dos moradores da favela de que no baile acontecia a exploração sexual de adolescentes e a venda de drogas. Iria verificar também a informação de que os traficantes construíram um parque infantil numa via de acesso à comunidade, para dificultar a ação da polícia, e que desfilavam armados de fuzis.
Os traficantes estranharam a presença de TIM Lopes no local e resolveram dar um fim nele,o torturaram antes de morrer, com golpes de katana . Seu corpo teria sido esquartejado antes de ser queimado – método popularmente chamado como “microondas”, usado para ocultar o cadáver e o crime.



