
“O Congresso tem intenção de tornar impositivas as emendas, porém precisamos operacionalizar melhor isso. Temos de garantir o que o Parlamento quer, mas também assegurar ao governo as condições de não executá-las se houver um problema”, disse a ministra. Miriam também demonstrou apoio à proposta do Executivo de destinar 50% dos recursos de emendas à saúde.



