
Em investigação realizada pelo MPRN, no âmbito do Inquérito Civil n.º 06.2015.00001222-1, apurou-se que não foram respeitados os princípios da legalidade, impessoalidade e moralidade e nem a obrigatoriedade de realização de concurso público, conforme previsto no art. 37, inciso II da Constituição Federal, nos processos seletivos nº 001/2015 e 002/2015, realizados pelo Município de Ouro Branco.
Ocorre que o MPRN pede a responsabilização dos atos de improbidade administrativa contra a prefeita Maria de Fátima Araújo da Silva, pois a realização dos certames se deu sob sua gestão. À secretária municipal de Educação, Meirielle de Souza Santos Lucena, à presidente do Instituto de Previdência do Município de Ouro Branco, Ednilda da Silva Oliveira, ao psicólogo Flávio Medeiros de Azevedo e à prestadora de serviço junto à Secretaria de Saúde, Ilaionara Márcia Pereira de Araújo, pesam o fato de terem integrado a Comissão Municipal do Processo Seletivo.




Muito me admiro das contradições da justiça, enquanto o ministério público através de seu representante, tenta de maneira correta desestruturar as maracutaias feita por essa prefeita irresponsável, na Câmara Municipal tem um vereador que bacharel em direito e policial federal e defende com unhas e dentes fatos como esse, na sessão passada o mesmo defendeu tanto essa prefeita que quem estava escutando a sessão pela rádio manairama, imaginava que estava se referindo a nossa senhora de Fátima.