
Desde que o caso veio a público, sabe-se que três pessoas podem falar sobre o destino dos recursos: a própria Micarla e os secretários de Planejamento mais recentes, quais sejam, Maria Selma e Antonio Luna. “Para poder sobreviver, eu não tenho tido acesso a jornais. Foi uma escolha minha, até que tudo isso possa passa”, disse por telefone ao NOVO JORNAL.



