
Marina reivindica que os dirigentes devem ser renovados, numa estratégia que, indiretamente, a coloca no centro da disputa de poder entre os verdes, embora ela negue tal interesse.
– Os mais de 20 milhões de votos são muita responsabilidade para acharmos que vão ficar (na direção) as mesmas pessoas nos mesmos cantinhos de sempre. A política envelhece quando as pessoas não são capazes de receber novas contribuições – disse ela, que vem travando uma disputa ferrenha com o grupo que atualmente lidera a sigla.
A última vez em que Marina esteve reunida com o comando do PV foi em março deste ano, durante reunião da Executiva Nacional. À ocasião, colocou na mesa propostas como a que prevê eleição para presidente, sem possibilidade de reeleição. Foi esse o ponto mais perturbador na disputa entre os dois grupos.



