
“As acusações não são verdadeiras, eu sou inocente. É tudo uma armação, o delegado (irmão da vítima) foi ao sítio sem ser convidado. Por volta das 4h, ele saiu, disparou um tiro e me deu voz de prisão. Só soube de tudo quando cheguei à delegacia”, disse.
O meia chegou com 45 minutos de atraso à entrevista, acompanhado da mulher e do executivo de futebol do clube, Cícero Souza, e se mostrou bastante tranquilo e sorridente.
Marcelinho agradeceu à direção do Sport pelo apoio e aproveitou para pedir desculpas aos torcedores pelo acontecimento. “Quero pedir desculpas às crianças, aos torcedores do Sport e ao povo brasileiro por esse tipo de situação. Que isso sirva de lição. Quero agradecer à direção do Sport por não ter me abandonado”.


