Nesses primeiros sete meses de sua gestão, o prefeito de Macau, Tulio Lemos tem se deparado com uma realidade até certo ponto constrangedora. Na semana em que foi chamado pela Superintendência da Caixa para negociar consignados, o chefe do executivo recebeu do diretor da Caern, Marcelo Toscano a cobrança de uma dívida de mais de R$ 800 mil de contas de águas que não foram pagas pela prefeitura nos últimos anos.
Perplexo diante da situação, Lemos propôs o parcelamento da dívida, de forma que o débito fosse regularizado com o pagamento de parcelas que não comprometam o equilíbrio das finanças municipais, que sofrem com as quedas de receitas e a falta de repasses de alguns convênios federais.




