
A decisão foi maturada depois que Lupi deixou o Ministério do Trabalho, no ano passado. O dirigente pedetista considera que, sem o cargo e sem mandato, ficou exposto a ataques aos quais não tinha como responder. “Foi uma situação difícil. Eu me sinto sem voz”, diz Lupi. “Por isso, pela primeira vez desde que (o fundador do PDT, Leonel) Brizola morreu, há nove anos, passei a pensar em disputar eleição”, afirma.



