Duas moças bem arrumadas entram no Copacabana Palace, vão ao guichê de câmbio, trocam US$ 1 mil e desaparecem. Uma hora depois, as duas – as guerrilheiras Dilma Vana Rousseff e Maria Auxiliadora, da VAR-Palmares – comemoram com seus companheiros, em um apartamento perto dali, o sucesso da operação. Os US$ 1 mil eram só o tira-gosto de uma fortuna de US$ 2,59 milhões (hoje, cerca de R$ 28 milhões) capturados na véspera de uma casa no bairro de Santa Teresa. Dinheiro guardado em um enorme baú de 150 quilos, o célebre “cofre do Adhemar” – cujo roubo foi festejado pelo grupo como “a maior vitória da esquerda armada contra o capitalismo no continente”.
“O que eu tento, no livro, é mostrar o papel real de cada um e o destino do dinheiro”, avisa o autor. E o papel real de Dilma, ouvidos mais de 30 depoimentos, fica mais claro. Segundo o livro, não partiram dela nem a ideia do roubo nem da organização do ataque. Dilma sequer teria participado do grupo de 11 pessoas que, sob o comando de Juarez de Brito, o Juvenal, invadiu em julho de 1969 a casa do irmão de Ana Capriglione para pegar o famoso cofre. “Mas Wanda tinha, sim, grande importância no grupo. Cuidava de planejar, distribuir armas e munição, documentos”, explica Cardoso.


Isso é apenas mágoa sua da derrota do Serra, mude o disco!!!
Cada dia que passa fico mais fã da Presidenta Dilma.
Mulher destemida, corajosa, que enfrentou tudo e todos em prol de um ideal, qual seja, o Estado de Direito – liberdade de imprensa, inclusive – liberdade esta que hoje permite a certos jornalistas, usando da liberbade de imprensa, atacar a honra das pessoas que lutaram por este ideal.
Mas teve gente que quando o caldo engrossou, fugiu pro Chile, com o rabo entre as pernas,
Foi não ou não , Pedro Bial?