
Ainda segundo o jornal, Paulo Roberto disse que a quantia de R$ 1 milhão saiu da cota que pertenceria ao Partido Progressista (PP) dentro do esquema. Em depoimento anterior, o ex-diretor já havia afirmado que os partidos PP, PT e PMDB recebiam cotas em contratos firmados por diretorias da estatal. “Todas as doações de campanha que recebi na minha candidatura ao Senado em 2010 foram feitas de forma legal, transparente, devidamente declaradas e registradas em minha prestação de contas à justiça eleitoral e inteiramente aprovadas, estando disponíveis a quem queira acessá-las. Assim, nego veementemente ter pedido a quem quer que seja que solicitasse qualquer doação de campanha ao senhor Paulo Roberto. Tal denúncia padece de consistência quando afirma que a suposta doação à campanha teria sido determinada pelo Partido Progressista (PP) por não haver qualquer razão que justificasse o apoio financeiro de outro partido à minha campanha”, afirmou o senador.




Só vazam acusações contra esse senador? E os outros? Quer dizer que no PSDB só tem anjinhos? Ah, bom…
Se existe corrupção o PT tá dentro.