
Até o momento, ainda são as famílias da ex-servidora do TJ e do marido que tomam conta da mansão de Baía Formosa (avaliada em R$ 3,5 milhões) e do apartamento na rua Maria Auxiliadora, no Tirol (que vale aproximadamente R$ 700 mil).
A tendência é que nos próximos dias o Ministério Público designe um administrador para os imóveis para evitar a deterioração, assim como acelere o processo para o leilão dos imóveis e dos dois veículos do casal, avaliados em R$ 1,5 milhão, e que seguem no depósito judiciário.
Caso sejam leiloados os bens do casal, somado à quantia em dinheiro já devolvida, poderão resultar em quase R$ 6 milhões para que o TJRN pague processos referentes a precatórios. Será a maior devolução de verba da história da Justiça potiguar. O valor, no entanto, pode diminuir dependendo do estado dos imóveis no momento do leilão e do mercado dos veículos, que tendem a se desvalorizar mais rapidamente.


