Como o blog antecipou em recente postagem o jumento potiguar será exportado para a China. Há cerca de um mês, um acordo entre os dois países liberou o intercâmbio de asnos — também conhecidos como burros e jumentos, largamente utilizados na indústria de alimentos e na de cosméticos no país asiático.
Os chineses pretendem importar 300 mil jumentos por ano do Nordeste. Além de movimentar a economia local, a iniciativa vai resolver o problema de excesso de oferta de jegues na região. Com as facilidades de financiamento, houve grande crescimento do uso de motos para transporte e os jegues estão perdendo espaço.
Em junho do ano passado, um grupo de empresários chineses conversou, da Bahia ao Rio Grande do Norte, com fazendeiros e políticos. Aos políticos locais, o grupo propôs um programa de garantia de compra a preços de mercado, envolvendo até linhas de crédito, por meio de um sistema batizado de Projegue. Mas o projeto ainda não deslanchou.
A matéria ja ganhou repercussão nacional e está no portal Globo de Noticías. Confira no post a baixo:





Vão entregar os pobres animaes,para os chinas se deliciarem que judiação!!!.O jumento é nosso irmão!!!!.
Tadinho do pobre coitado!
Vão entregar os pobres animais,para os ” chinas'” fazerem creme ou se deliciarem que judiação!!!.O jumento é nosso irmão!!!!. QUANTA INGRATIDÃO, NORDESTINOS!! Jumentos
Para ilustrar ainda mais a crueldade, podemos citar outro costume praticado no Nordeste brasileiro, onde a carne dos dóceis jumentos é apreciada para a produção de uma modalidade de carne-de-sol.
Só que para tornar a carne mais macia cortam-se as patas do animal da articulação do joelho para baixo. Eles ficam urrando de dor, correndo desesperadamente sobre seus cotocos de pernas, esvaindo-se em sangue durante horas, até perder definitivamente os sentidos. Dizem os criadores que isso é necessário, caso contrário a carne permanece dura demais para ser consumida. (Nina Rosa)